
Eles e Nós sabemos das dificuldades de viver da cultura no Brasil: a vontade em si não basta para fazer a coisa acontecer. Mas têm a crença de que o rap é ferramenta para a construção de um coletivo consciente, de resistência e resgate da união.
E não é à toa o nome do grupo. A união dos irmãos “firmes e fortes” é que dá a febre da luta e que permite sobreviver no gueto. No mundão as coisas são diferentes. A família não é escolha, é princípio.
Valorizar a parceria e confronta-la com a rotina da favela; manter sempre ativa a memória e viva a história da origem e da criação humilde, a história de sofrimento do povo para gerar reflexão: o papel da cultura comprometida é dado a quem quer abraçar a causa. Djr, Japão, Miojo, Valdir e o DJ Corri abraçaram.





